Imagine estar no meio de milhares de empreendedores, visionários e amantes de tecnologia, todos reunidos para discutir o futuro digital. Foi exatamente esse o clima do Web Summit Lisboa 2025, um dos maiores eventos de inovação do mundo — e é claro que a SendPulse marcou presença por lá. Entre os dias 10 e 13 de novembro de 2025, Lisboa se tornou o centro global das conversas sobre marketing, inteligência artificial, negócios e transformação digital.
Neste artigo, você vai entender o que é o Web Summit, conferir como foi a participação da SendPulse no evento e ainda descobrir os principais destaques das palestras que movimentaram o encontro. Prepare-se para mergulhar nos insights mais atuais e inspiradores que vieram direto de Portugal!
O que é Web Summit?
O Web Summit é um dos maiores eventos globais de tecnologia, empreendedorismo e inovação. Criado em Dublin, em 2009, por Paddy Cosgrave, ele evoluiu rapidamente até se tornar um ponto de encontro indispensável para quem vive — e constrói — o futuro digital.
Sua conferência principal acontece todos os anos, em novembro, em Lisboa, Portugal, mas a organização também realiza edições internacionais ao longo do ano em países como Brasil, Catar e Canadá.
A missão do Web Summit é promover conexões genuínas entre CEOs, fundadores de startups, investidores, imprensa, líderes políticos e figuras culturais que estão redefinindo a forma como vivemos. A programação inclui palestras, entrevistas, estandes de empresas, rodas de conversa, competições de pitching e muito mais.
O que a SendPulse viveu no Web Summit Lisboa 2025?
Como já virou tradição, a SendPulse marcou presença em todos os dias do Web Summit Lisboa 2025, levando tecnologia, inovação e muita interação ao seu estande. Por lá, nossa equipe recebeu visitantes, clientes e parceiros para apresentar, na prática, o poder da nossa plataforma de automação multicanal — uma solução completa para marketing, vendas e atendimento digital.
No nosso espaço totalmente interativo, demonstramos cada um dos serviços da plataforma tudo-em-um. Entre eles estavam: chatbots automatizados para WhatsApp, Instagram, Facebook, TikTok, Telegram e sites, além de e-mail marketing, criador de landing pages, CRM, criador de cursos online, pop-ups inteligentes, notificações web push, Automação 360 e muito mais.
Time da SendPulse no estande do Web Summit Lisboa 2025
E se tem um tema que dominou o Web Summit este ano, foi a inteligência artificial. Embora já seja pauta recorrente no evento, em 2025 ela esteve mais presente do que nunca — nas palestras, nos corredores, nas entrevistas e nas demonstrações de produtos.
Claro que a SendPulse não ficou para trás. Muito antes do assunto explodir, já estávamos integrando recursos avançados de IA nos nossos principais serviços. E o melhor: tudo isso para que nossos clientes possam ganhar eficiência, velocidade e resultados reais em suas estratégias.
No criador de chatbot, por exemplo, a IA permite montar fluxos completos a partir de prompts simples, reduzindo drasticamente o tempo de desenvolvimento. Além disso, é possível adicionar Agentes de IA às conversas para tornar as respostas mais naturais, contextualizadas e inteligentes — perfeitas para interações dinâmicas e complexas.
Quer ver como isso funciona na prática? Basta assistir ao vídeo a seguir.
Nos serviços de e-mail marketing e criador de landing pages, a IA também é uma aliada poderosa: ela ajuda você a criar textos profissionais, criativos e persuasivos do zero ou a aprimorar conteúdos já existentes sem sair da plataforma.
Confira o exemplo abaixo para entender como essa integração acelera seu fluxo de trabalho.
IA do criador de landing pages da SendPulse
Destaques das palestras do Web Summit Lisboa 2025
O Web Summit Lisboa 2025 foi mais um marco para entrar para a história do evento. A conferência reuniu cerca de 71 mil pessoas vindas de mais de 157 países, criando um ambiente vibrante e multicultural. Além disso, contou com a presença de quase 2.000 investidores e aproximadamente 3.000 startups, formando um ecossistema perfeito para networking, parcerias estratégicas e debates sobre o futuro digital.
Durante quatro dias intensos, Lisboa tornou-se o palco de discussões sobre inteligência artificial, marketing, negócios, sustentabilidade, jornalismo, futuro do trabalho e muito mais. A seguir, você confere um resumo completo do que aconteceu em cada dia no palco principal. Então, continue com a gente para ficar por dentro de tudo!
Noite de abertura
A abertura do Web Summit Lisboa 2025, na noite de 10 de novembro, foi daquelas que já começam ditando o tom de um evento gigante. A MEO Arena estava lotada quando Paddy Cosgrave, fundador e CEO do Web Summit, subiu ao palco para inaugurar oficialmente a décima edição em solo português.
Com seu estilo direto, Paddy lembrou como o mundo já passava por transformações rápidas há dez anos — mas reforçou que nada se compara ao ritmo frenético das mudanças atuais. Segundo ele, o domínio tecnológico do Ocidente está enfraquecendo, dando espaço para novos polos de inovação.
Entre os destaques, mencionou o avanço impressionante da inteligência artificial chinesa, algo quase impensável há pouco tempo. Também citou o impacto global do PIX, sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, cujo crescimento tem provocado debates sobre o futuro dos monopólios internacionais do setor.
Após sua fala, Carlos Moedas, prefeito de Lisboa, e Gonçalo Matias, ministro, subiram ao palco para agradecer ao público e reforçar a importância do evento para a cidade — e para o futuro da tecnologia em Portugal e no mundo.
A primeira grande palestra ficou por conta de Maria Sharapova, atleta e empresária, e Sarah Meron, da IBM. As duas mulheres mostraram como a IA vem revolucionando o esporte, desde o engajamento dos fãs até estratégias de treinamento.
Na sequência, o influenciador Khaby Lame dividiu o palco com Mark Nelsen, da Visa, em um bate-papo leve sobre a profissionalização dos criadores de conteúdo — hoje reconhecidos como verdadeiros empreendedores.
Fechando a noite, Anton Osika, CEO da Lovable, apresentou sua visão sobre uma forma inovadora de criar apps e sites: simplesmente conversando com a IA. Ele compartilhou cases inspiradores, mostrou como a tecnologia está simplificando processos complexos e trouxe projeções empolgantes para o futuro do desenvolvimento digital.
Foi uma abertura intensa, inspiradora e cheia de energia — exatamente do jeito que o Web Summit promete (e entrega).
Primeiro dia
O primeiro dia de palestras do Web Summit Lisboa 2025 começou da melhor forma possível: com o palco principal fervendo de ideias, provocações e visões ousadas sobre o futuro da tecnologia.
Logo cedo, Cristóbal Valenzuela, CEO da Runway, abriu as falas discutindo sobre a ascensão dos “modelos de mundo” — sistemas de IA capazes de simular ambientes inteiros, criando possibilidades inéditas para vídeos, imagens e experiências digitais.
Em seguida, o presidente do The New York Times, Arthur Gregg Sulzberger, trouxe uma reflexão necessária sobre jornalismo na era da polarização. Ele ressaltou que informação de qualidade continua sendo essencial tanto para cidadãos quanto para empreendedores que tomam decisões importantes diariamente.
No universo dos negócios, Nigel Morris, da QED Investors, apresentou projeções afiadas para o mercado de capital de risco em 2026, enquanto Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, discutiu o design centrado no ser humano na era da inteligência artificial.
A manhã seguiu com um papo animado com Josh Richards e Grace Beverley sobre a nova geração de líderes corporativos, cada vez mais criativos, digitais e avessos a modelos tradicionais. Logo depois, Brad Smith, da Microsoft, falou sobre os próximos 25 anos da tecnologia — com todos os benefícios e riscos da IA.
Teve ainda ciência avançada na área da saúde com Max Hodak, da Science Corp, apresentando implantes transformadores como o PRIMA. Também vimos discussões profundas sobre mídia com Jessica Sibley e Christian Broughton, além da fala impactante de Max Tegmark, defendendo uma IA confiável e alinhada aos valores humanos.
E então chegamos à segunda metade do dia, igualmente poderosa. Para inaugurar esse momento, Alex Schultz, CMO da Meta, trouxe bastidores e insights valiosos do marketing digital global.
Depois, o palco recebeu Etosha Cave, da Twelve, Joe Paluska, da Commonwealth Fusion, e Greg Jackson, da Octopus Energy, que discutiram inovações tecnológicas na área de clima. Niki Buys, da Pledge Ventures, emocionou ao apresentar iniciativas de empreendedores que se comprometem a doar parte de seus ganhos pessoais para causas sociais.
Na sequência, o tema virou para o segmento de esportes e segurança corporativa com Laurent Mekies, da Oracle Red Bull Racing, e David Faugno, da 1Password. Os entrevistados mostraram como velocidade, confiança e proteção de dados se tornam pilares para vantagem competitiva.
O público também mergulhou no futuro das redes sociais com Irina Novoselsky, da Hootsuite, e Rose Wang, da Bluesky. Aqui foi debatido o papel da “inteligência social” no atual cenário das plataformas.
A discussão voltou para IA com Shishir Mehrotra, da Superhuman, explicando como sua empresa está avançando para além do Grammarly. Em seguida, Peter Koerte, da Siemens, e Rev Lebaredian, da Nvidia, mostraram como a IA industrial está revolucionando fábricas, robótica e simulações complexas.
Para fechar o dia, Andrew MacDonald, COO da Uber, revelou como carros autônomos estão prestes a transformar a mobilidade urbana, e Henna Virkkunen, da Comissão Europeia, apresentou estratégias para fortalecer a soberania tecnológica e a inovação na Europa.
Segundo dia
O segundo dia do Web Summit Lisboa 2025 chegou e com um palco principal lotado de mentes brilhantes.
A manhã começou com Tao Zhang, da Manus AI, trazendo uma provocação irresistível: o que acontece quando a IA começa a decidir por nós? Ele explorou como sistemas autônomos estão prestes a remodelar indústrias inteiras e desafiar nossa noção de controle, criatividade e responsabilidade.
Logo depois, quem subiu ao palco foi Khartoon Weiss, do TikTok, mostrando como a rede social está reinventando as buscas, ampliando comunidades e criando oportunidades inéditas para criadores ao redor do mundo. Em seguida, Cory Doctorow roubou a cena ao falar sobre “enshittification”— termo que descreve a degradação das plataformas em nome do lucro.
O ritmo acelerou com Philippe Botteri apresentando tendências da “corrida global da IA”, seguido por Almar Latour, da Dow Jones, discutindo se o jornalismo consegue sobreviver à automação.
O palco então recebeu Archie Hollingsworth, da Fyxer, e Ling Ge, da Tencent, para debater a competitividade tecnológica da Europa. Na sequência, Tom Hale, da Oura, mostrou como a tecnologia pode ser grande aliada da saúde.
O painel de Cristina Fonseca, da Indico Capital Partners, e Rainer Markle, da HV Capital, discutiu o papel do capital de risco na superação dos desafios enfrentados pela Europa atualmente.
O dia ganhou um momento divertido com a participação de última hora do influenciador Max Klymenko, que reproduziu sua clássica “Career Ladder” ao vivo, conquistando risadas e aplausos.
No bloco sobre IA empresarial, Anu Bharadwaj, da Atlassian, Jesse Zhang, da Decagon AI, e Timothy Young, da Jasper, explicaram o que é necessário para a construção de sistemas de IA que realmente agreguem valor.
Robert Playter, da Boston Dynamics, mostrou avanços impressionantes em robôs capazes de se mover com precisão quase humana. E logo depois, Chris Smith, da Bloxx, e o ator Cliff Curtis trouxeram um tema surpreendente: democratizar o acesso à casa própria por meio de fintech.
O debate sobre agentes de IA ficou por conta de Arvind Jain, da Glean, Sarah Franklin, da Lattice, e Jaroslaw Kutylowski, da DeepL. O grupo revelou como esses “novos colegas digitais” vão transformar produtividade, comunicação e gestão.
Teve ainda inovação em mobilidade com David Risher, da Lyft, que falou sobre sua experiência de literalmente dirigir para os usuários do aplicativo para entender suas dores.
Com participações brasileiras, o painel de Luis Fernandes, Secretário-Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil, e William Lazonick, professor emérito de economia da Universidade de Massachusetts, destacou o impacto global do PIX.
Na sequência, ouvimos uma conversa inspiradora sobre o futuro dos podcasts com Greg Glenday, da Acast, e Jameela Jamil, apresentadora de podcast, atriz e ativista. Logo após, reflexões interessantes sobre robótica, criação de produtos inteligentes e o futuro do “pay per crawl” foram compartilhadas por Michele Catasta, da Replit.
E, claro, ao final do dia, tivemos a tão aguardada semifinal do PITCH, que contou com 10 apresentações e resultou em três startups finalistas: Granter, VarsityScape e SegmentStream.
Terceiro dia
O terceiro dia do Web Summit Lisboa 2025 foi para fechar com chave de ouro: entregou grandes nomes e muita inspiração.
O palco principal abriu com três fundadores que levantaram mais de 100 milhões de dólares cada: Varun Anand, da Clay, Dani Yogatama, da Reka, e Darrick Horton, da TensorWave. Em uma conversa franca, eles destrincharam o que realmente significa conquistar um investimento de nove dígitos em um mercado competitivo.
Na sequência, o veterano astronauta Drew Feustel levou o público a imaginar novas fronteiras da exploração espacial. Ele apresentou os planos da Vast para lançar a primeira estação espacial comercial em 2026.
Depois foi a vez de dois gigantes da internet, Evan Sharp, do Pinterest, e Biz Stone, do Twitter, falarem sobre construir tecnologia “com alma”. Eles mostraram como sua nova empresa, West Co, quer incentivar uma vida mais intencional, menos guiada por métricas de engajamento e mais pelo propósito individual.
O painel seguinte trouxe Larry Li e Brett Gibson, que discutiram como o manual do investidor de capital de risco precisa ser completamente reescrito diante do cenário tecnológico atual. Logo após, Laura Chambers, do Mozilla, e Matthew Prince, da Cloudflare, exploraram a nova “guerra dos navegadores”, impulsionada pela IA.
A robótica tomou o palco com Tye Brady, da Amazon Robotics, explicando os avanços para dar às máquinas habilidades quase humanas.
Em seguida, dois vencedores do PITCH de anos anteriores — Yasir Khokhar e João Guimarães — compartilharam suas jornadas transformadoras. Então veio o momento mais esperado: a grande final do PITCH. As apresentações de Granter, VarsityScape e SegmentStream foram de altíssimo nível, mas quem levou o título foi a Granter.
O ritmo seguiu forte com Keily Blair, do OnlyFans, discutindo confiança na economia criativa, e Des Hogan abordando o desafio de criar regulamentações na velocidade da inovação. Na intersecção entre Hollywood e IA, Jonathan Yunger, da Arcana Labs, e o ator Scott Eastwood mostraram como criatividade e tecnologia podem coexistir sem perder a alma.
O palco também recebeu o ator e cineasta Joseph Gordon-Levitt, que emocionou ao falar sobre autonomia digital e criatividade. Em seguida, aconteceu um bate-papo vibrante entre Armin van Buuren, DJ e músico, e Ole Obermann, chefe global da Apple Music, sobre música e tecnologia.
Antes da grande despedida, o ministro Manuel Castro Almeida trouxe reflexões sobre o impacto do evento para o país.
E então, o encerramento perfeito: Tim Berners-Lee, o inventor da World Wide Web, e John Bruce, da Inrupt, discutindo como construir uma web que realmente sirva às pessoas. Um fechamento grandioso para um dia — e um evento — simplesmente memorável.
Parabéns! Você chegou ao final da nossa cobertura do Web Summit Lisboa 2025. Ao longo da leitura, você descobriu o que é o evento, acompanhou de perto a experiência da SendPulse por lá e ainda conferiu um panorama das principais palestras.
Agora é o momento perfeito para transformar esse conhecimento em ação e renovar suas estratégias de marketing e vendas com mais inteligência, automação e impacto. E, claro, a SendPulse está pronta para ajudar nessa jornada.
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