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Estratégias de SEO para iniciantes: como ser encontrado no Google

25 minutes
30 de junho de 2026
Estratégias de SEO para iniciantes: como ser encontrado no Google

Você sabia que, em 2025, cerca de 31% de todos os cliques nas páginas de resultados de pesquisa do Google foram para a primeira posição ranqueada? Ou seja, aparecer no topo continua valendo ouro — mas as regras de como chegar e se manter lá mudaram bastante nos últimos anos. Se você quer que o seu site esteja bem posicionado, então está no lugar certo.

Neste artigo, elaborado pela equipe editorial da SendPulse, você vai entender o que é SEO, como os mecanismos de busca funcionam, quais são os fatores de ranqueamento que realmente importam hoje e como montar a sua estratégia. Também vamos explorar cases de sucesso, como potencializar seu SEO com automação de marketing e muito mais.

Preparado para conquistar seu espaço no Google? Então, vamos lá!

O que é SEO?

SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para mecanismos de pesquisa, é o conjunto de estratégias utilizadas para aumentar a visibilidade de um site nos resultados orgânicos de buscadores como o Google. Sua função é melhorar o posicionamento do site nas páginas de resultados de pesquisa (SERPs), por meio de técnicas que otimizam aspectos técnicos, de conteúdo e de autoridade.

Segundo o guia de SEO do Google, essa prática tem “como objetivo ajudar os mecanismos de pesquisa a entender seu conteúdo e ajudar os usuários a encontrar seu site e decidir se eles devem ou não acessá-lo”.

Vale destacar, porém, que o cenário do SEO tem mudado: com a chegada dos AI Overviews — os resumos gerados por inteligência artificial que aparecem no topo da busca —, parte dos cliques que antes iam para os resultados orgânicos passou a ficar na própria página do Google. Mais adiante, vamos explorar em detalhes como esse novo formato afeta o tráfego e o que fazer para continuar sendo encontrado.

História do SEO

A história do SEO começa na década de 1990, quando o lançamento dos primeiros sites criou a necessidade de organizar a web e torná-la acessível aos usuários. Surgiram, então, os primeiros mecanismos de busca, que permitiam encontrar endereços online por meio de palavras-chave. Foi aí que os desenvolvedores perceberam que podiam usar estratégias para posicionar melhor seus sites nos buscadores — táticas que chamamos hoje de SEO.

No início, as técnicas eram simples e se concentravam na repetição de palavras-chave: quanto mais um termo aparecia na página, melhor ela ranqueava. Porém, isso não garantia a qualidade ou utilidade do conteúdo para o usuário. Com o tempo, os mecanismos passaram a considerar outros critérios, como a qualidade do texto, os links externos que citam o conteúdo, a velocidade de navegação e a adaptabilidade para dispositivos móveis.

Desde então, os buscadores refinam seus algoritmos constantemente para combater o spam e oferecer resultados mais relevantes. Hoje, o SEO é uma disciplina complexa, que vai da criação de conteúdo de qualidade ao aprimoramento da experiência do usuário.

Como o Google funciona: rastreamento, indexação e ranqueamento de páginas

Agora que você já sabe o que é SEO e conhece sua trajetória, é hora de entender como o Google e outros mecanismos de busca funcionam. Esse conhecimento é fundamental para compreender como otimizar um site e aumentar suas chances de conquistar melhores posições nos resultados de pesquisa.

De forma geral, os buscadores operam com base em três processos principais: rastreamento (crawling), indexação (indexing) e ranqueamento (ranking). A seguir, vamos explorar cada um deles em detalhes.

Rastreamento (crawling): etapa de rastreamento de sites

Os crawlers são robôs ajudantes dos mecanismos de busca que rastreiam e encontram as novas páginas da internet diariamente. Além disso, eles também percorrem endereços antigos procurando atualizações. Esses auxiliares buscam informações e atualizações em todos esses sites e, após processá-las, as enviam para um banco de dados chamado index.

Indexação (indexing): etapa de armazenamento dos sites

O index é uma ampla base de dados do buscador, onde ficam armazenadas as informações e atualizações dos sites rastreados pelo crawler. É nele que ficam organizadas as características das páginas da web, como tipo de conteúdo, palavras-chave, frequência das atualizações e outras questões semelhantes.

Para acompanhar se as suas páginas estão sendo encontradas e indexadas corretamente pelo Google, você pode usar o Google Search Console, uma ferramenta gratuita que permite confirmar se o buscador consegue rastrear o seu site, corrigir problemas de indexação e até solicitar a reindexação de conteúdo novo ou atualizado.

Ranqueamento (ranking): etapa de classificação dos sites

Depois de um site ser rastreado por um crawler e armazenado pelo index, chega a hora de ele ser examinado pelo algoritmo. Ao passar pela avaliação, o endereço é classificado de acordo com os fatores de ranqueamento do mecanismo de busca, obtendo uma posição específica nas SERPs.

E-E-A-T: o que o Google considera conteúdo confiável

O Google é um dos principais buscadores no Brasil e, para colocar uma boa estratégia de SEO na prática, nada melhor do que compreender quais são seus critérios de controle de qualidade dos sites.

Para avaliar os conteúdos online, o Google utiliza os critérios da estrutura E-E-A-T (Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness — ou experiência, especialização, autoridade e confiabilidade), conceito desenvolvido pela própria empresa. Caso uma página na web apresente conteúdos que atendam a essas categorias, ela pode ser considerada relevante e valiosa pelo buscador.

Confira a seguir um pouco mais sobre cada um dos critérios contemplados pela estrutura E-E-A-T:

  • Experiência (Experience): essa categoria avalia se o conteúdo da página abrange experiências práticas ou divulga conhecimento valioso sobre o tema. Relatos pessoais sobre produtos e serviços ou sobre experiência de vida são vistos como fator de relevância. Por isso, provas sociais e avaliações de clientes podem ser uma boa ferramenta para o seu endereço online;
  • Especialização (Expertise): esse critério se refere à competência do autor em relação ao assunto tratado. Sites ou autores com profundo conhecimento na área, como um blog de saúde escrito por profissionais do ramo, são vistos como fontes confiáveis de informações;
  • Autoridade (Authoritativeness): aqui é analisada a reputação e a autoridade do autor ou do endereço online na indústria. Isso pode ser estabelecido por meio de citações, backlinks de alta qualidade ou reconhecimento por pares;
  • Confiabilidade (Trustworthiness): esse ponto julga a precisão, segurança e a ética da informação apresentada. Os sites que demonstram ser confiáveis e transparentes tendem a ter uma classificação mais alta. Para isso, você pode, por exemplo, ser específico sobre quem escreveu o conteúdo e citar as fontes das informações.

Conteúdo people-first vs. conteúdo para buscadores

Mais importante do que seguir fórmulas é entender para quem você escreve. O Google recomenda priorizar o chamado conteúdo people-first — aquele criado, antes de tudo, para ajudar as pessoas, e não para manipular o ranqueamento. O oposto é o conteúdo search engine-first, produzido apenas para agradar aos algoritmos, com pouca utilidade real para o leitor.

Para saber se você está no caminho certo, vale se perguntar: o conteúdo demonstra a experiência de quem conhece o assunto e deixa o leitor satisfeito, sem precisar voltar à busca? Se sim, você provavelmente está produzindo conteúdo people-first. Vale lembrar que fazer SEO não é o mesmo que escrever para buscadores: as técnicas de otimização são úteis justamente quando aplicadas a um conteúdo feito para pessoas.

Por outro lado, algumas práticas são classificadas como spam pelo Google e podem fazer uma página perder posições ou até sair dos resultados. Conheças-as a seguir para evitá-las:

  • Keyword stuffing: encher a página de palavras-chave repetidas de forma artificial;
  • Cloaking: mostrar um conteúdo para os usuários e outro diferente para os buscadores;
  • Site reputation abuse: publicar conteúdo de terceiros apenas para aproveitar a reputação já conquistada pelo site;
  • Conteúdo gerado por IA em massa: produzir muitas páginas com inteligência artificial, sem revisão e sem agregar valor real.

Para entender se entrega bons resultados, o Google ainda conta com avaliadores de qualidade — pessoas treinadas para julgar a qualidade das páginas, incluindo o E-E-A-T, seguindo critérios públicos reunidos nas Search Quality Rater Guidelines (QRG).

Embora esses avaliadores não alterem diretamente o ranqueamento, seu feedback serve para o Google checar se os próprios sistemas estão funcionando bem. Ainda assim, as diretrizes são valiosas porque revelam o que o buscador considera conteúdo de qualidade, ajudando qualquer criador a alinhar seu trabalho a esses princípios.

Core Web Vitals: velocidade, mobile e experiência de página

Não basta ter um bom conteúdo: se a sua página demora a carregar ou “trava” enquanto o usuário tenta navegar, o Google percebe — e isso pode pesar no seu posicionamento. Para medir essa experiência, o buscador usa um conjunto de três métricas chamadas Core Web Vitals, que avaliam a performance real das páginas a partir da experiência de quem as acessa.

São elas:

  • LCP (Largest Contentful Paint), ou maior conteúdo carregado: mede a velocidade de carregamento, marcando o momento em que o maior elemento visível da página (como uma imagem ou um bloco de texto) termina de aparecer;
  • INP (Interaction to Next Paint), ou interação até a próxima exibição: mede a responsividade, ou seja, quão rápido a página reage quando o usuário clica, toca ou digita algo. Essa métrica substituiu o antigo FID (First Input Delay) em março de 2024;
  • CLS (Cumulative Layout Shift), ou mudança cumulativa de layout: mede a estabilidade visual, avaliando se os elementos da página “pulam” de lugar inesperadamente enquanto ela carrega.

Para cada métrica, o Google define três faixas de classificação — bom, precisa de melhoria e ruim:

Métricas Bom Precisa de melhoria Ruim
LCP até 2,5s de 2,5s a 4s acima de 4,0s
INP até 200ms de 200ms a 500ms acima de 500ms
CLS até 0,1 de 0,1 a 0,25 acima de 0,25

Vale saber que essa avaliação é feita com base em dados reais de navegação: para uma página ser considerada boa em uma métrica, pelo menos 75% das visitas precisam atingir o limite ideal.

A importância do mobile

Outro ponto essencial é o chamado mobile-first indexing: o Google passou a usar prioritariamente a versão mobile dos sites para indexar e avaliar o conteúdo. Na prática, isso significa que, se a sua página funciona bem no computador mas tem problemas no celular, é a experiência no celular que vai prevalecer aos olhos do buscador. Por isso, garantir um design responsivo e um bom desempenho em dispositivos móveis é altamente recomendável.

Como medir seus Core Web Vitals

Felizmente, o Google oferece ferramentas gratuitas e complementares para acompanhar essas métricas.

A primeira é o PageSpeed Insights, onde é possível inserir o endereço de uma página para analisá-la na hora e receber sugestões de melhoria — ideal para diagnosticar e corrigir uma página específica.

Já o relatório Core Web Vitals, do Google Search Console, oferece uma visão mais ampla. Com base nos dados de quem realmente visitou seu site, ele mostra o desempenho das suas URLs agrupadas por status (bom, precisa de melhoria ou ruim), tipo de métrica (LCP, INP e CLS) e grupos de URLs (grupos de páginas da web semelhantes), separando dados de celular e computador — útil para monitorar o site como um todo ao longo do tempo.

Fatores de ranqueamento on-page e off-page

Além do E-E-A-T e dos Core Web Vitals, que já exploramos anteriormente, o Google leva em consideração diversos outros fatores para definir o posicionamento das páginas. De modo geral, esses critérios são divididos em duas grandes categorias: fatores on-page, relacionados aos elementos internos do seu site, e fatores off-page, que envolvem sinais externos capazes de influenciar a autoridade de uma marca na web.

Muitos desses fatores já foram apresentados ao longo deste guia — o que não é por acaso, já que desempenham um papel importante no SEO. Agora, porém, vamos organizá-los sob essa nova perspectiva e conhecer outros aspectos que também são valorizados pelos mecanismos de busca. Continue a leitura para saber mais!

Fatores on-page

Os fatores de ranqueamento on-page se concentram em avaliar aspectos referentes ao interior do site. Esses critérios buscam garantir que o conteúdo seja relevante, acessível e bem-estruturado para os visitantes. Aqui estão os principais fatores para você considerar caso deseje obter um bom posicionamento no Google:

  • Qualidade do conteúdo: o conteúdo do endereço deve ser útil, original e fornecer valor aos leitores. Além disso, ele deve responder às intenções de busca dos usuários de forma clara e completa;
  • Utilização de palavras-chave: é necessário o uso estratégico de palavras-chave no título, metadescrições, cabeçalhos e corpo do texto. Também é interessante incluir palavras-chave secundárias, além de sinônimos e termos relacionados;
  • Título e metadescrições claros e atraentes: o título deve ser atraente, conter palavras-chave relevantes e ter entre 50 e 60 caracteres. As metadescrições devem resumir o conteúdo e ter até 160 caracteres;
  • Estruturação dos cabeçalhos (H1, H2, H3): é importante o uso correto dos cabeçalhos para organizar o conteúdo, facilitando a leitura e a compreensão. O H1 deve conter a palavra-chave principal. Os H2 e H3 podem ser usados para desenvolver subtemas relacionados ao tópico;
  • URLs amigáveis: as URLs devem ser curtas e descritivas e incluir palavras-chave para facilitar a leitura pelos usuários e mecanismos de busca;
  • Uso de imagens e otimização de mídia: o uso de imagens relevantes com textos de descrição alternativos são fundamentais. Além disso, a compressão de imagens para melhorar a velocidade de carregamento também deve ser considerada;
  • Boa experiência do usuário (UX): a experiência do usuário deve ser satisfatória, então o endereço deve oferecer uma navegação intuitiva e acessível;
  • Compartilhamento de links internos: o compartilhamento de links internos para conectar páginas relevantes do próprio site é essencial. Isso ajuda na navegação e na distribuição da autoridade das páginas;
  • Velocidade de carregamento: o site deve carregar rapidamente para proporcionar uma experiência de navegação ágil;
  • Compatibilidade com dispositivos móveis: o endereço deve ser responsivo e funcionar perfeitamente em dispositivos móveis, especialmente devido ao atual enfoque do Google em mobile-first indexing, que prioriza os celulares no lugar de desktops.

Se você quer construir um site otimizado para os mecanismos de busca, o criador de landing pages da SendPulse é o serviço ideal. Com ele, você desenvolve páginas responsivas, adaptadas para dispositivos móveis, e com rápida velocidade de carregamento — características essenciais para oferecer uma boa experiência ao usuário e melhorar seu desempenho em SEO.

O melhor é que você não precisa de conhecimentos avançados em programação ou design. Com nosso editor intuitivo de arrastar e soltar, é possível criar páginas do zero ou personalizar templates prontos disponíveis em nossa biblioteca. Você também pode contar com a IA integrada para gerar layouts de forma rápida e prática.

Quer descobrir tudo o que essa ferramenta pode fazer? Então assista ao vídeo a seguir e veja na prática como criar landing pages profissionais com facilidade.

Fatores off-page

Os fatores de ranqueamento off-page se referem a ações realizadas fora do seu site que impactam sua posição nos resultados de busca. Eles ajudam a construir a autoridade e a reputação do seu endereço na web. Os principais fatores incluem:

  • Backlinks de qualidade: links em páginas externas que apontam para o seu site são vistos como votos de confiança. Mas lembre-se, a qualidade dos backlinks é mais importante do que a quantidade, então eles precisam estar em sites com alta autoridade;
  • Sinais sociais: o engajamento em redes sociais (como compartilhamentos, curtidas e comentários) pode indiretamente indicar a popularidade e relevância do conteúdo;
  • Marketing de conteúdo externo: publicar artigos ou posts em blogs externos que incluam links para o seu site pode aumentar sua visibilidade e atrair tráfego de alta qualidade;
  • Menções à marca: as menções à sua marca em outros sites, mesmo sem links, podem contribuir para o reconhecimento e autoridade da sua página;
  • Participação em comunidades e fóruns: as atividades em comunidades online e fóruns relacionados ao seu nicho pode aumentar a visibilidade e gerar links orgânicos;
  • Perfil da Empresa no Google: manter um Perfil da Empresa no Google — ferramenta que substituiu o antigo Google Meu Negócio — completo, atualizado e otimizado é fundamental para o SEO local, pois aumenta as chances da sua empresa aparecer em pesquisas realizadas por usuários da região;
  • Autoridade do autor: o histórico e a reputação do autor que escreve para o seu site podem influenciar a percepção da qualidade e da autoridade do conteúdo;
  • Sinais de confiança e segurança: elementos como HTTPS, políticas claras de privacidade e termos de serviço ajudam a estabelecer confiança com os usuários e mecanismos de busca.

Black Hat vs. White Hat

Quando o assunto é SEO, existem duas grandes abordagens que representam filosofias opostas: o White Hat e o Black Hat. Entender a diferença entre elas é essencial para escolher uma estratégia segura, eficaz e sustentável para o seu site.

O White Hat engloba técnicas alinhadas às diretrizes dos mecanismos de busca — justamente as boas práticas que exploramos ao longo deste guia. Essa abordagem tem como foco oferecer conteúdo relevante, uma boa experiência ao usuário e informações confiáveis, construindo gradualmente uma presença digital sólida e resultados consistentes no longo prazo.

Já o Black Hat reúne práticas que tentam manipular os algoritmos dos buscadores para obter ganhos rápidos de visibilidade. Entre elas estão o keyword stuffing, o cloaking, o site reputation abuse e a produção em massa de conteúdo gerado por IA sem supervisão humana adequada. Embora diferentes entre si, todas compartilham o mesmo objetivo: explorar brechas dos algoritmos em vez de entregar valor real aos usuários.

O grande problema é que essas técnicas violam as diretrizes dos mecanismos de busca e podem resultar em penalizações severas, como a queda no ranqueamento ou até o banimento permanente. Em resumo, enquanto o Black Hat prioriza resultados rápidos com alto nível de risco, o White Hat aposta em conformidade, credibilidade e crescimento sustentável ao longo do tempo.

Como montar uma estratégia de SEO passo a passo

Nesta seção, vamos apresentar um passo a passo prático para transformar sua estratégia de SEO em ação. Antes de começar, é importante ter em mente que não existe uma fórmula capaz de garantir a primeira posição nos resultados de busca. O ranqueamento é influenciado por diversos fatores, muitos deles relacionados à concorrência, às atualizações dos algoritmos e à qualidade geral da experiência oferecida ao usuário.

Isso não significa, porém, que o sucesso dependa da sorte. As etapas a seguir reúnem práticas amplamente reconhecidas e utilizadas por profissionais da área para aumentar a visibilidade de sites nos mecanismos de busca. Encare este processo como uma base sólida para estruturar sua estratégia, fortalecer sua presença online e ampliar suas chances de conquistar melhores posições de forma consistente e sustentável. Confira:

  1. Defina seus objetivos: estabeleça metas claras e mensuráveis, como aumentar o tráfego orgânico em X% e melhorar a classificação para palavras-chave específicas;
  2. Faça uma auditoria inicial: antes de planejar mudanças, entenda o estado atual do seu site. O Google Search Console é a ferramenta ideal para isso, permitindo verificar a cobertura de indexação (quais páginas o Google já encontrou e indexou), o desempenho nos Core Web Vitals e os links que apontam para o seu site. Esse diagnóstico revela o que já funciona e o que precisa de atenção;
  3. Escolha a persona: identifique quem é seu público-alvo criando personas detalhadas que representem seus clientes ideais. Considere aspectos como idade, localização, interesses, desafios e comportamentos;
  4. Selecione ferramentas de SEO: procure plataformas que apoiem sua estratégia de SEO, como o Google Analytics, para rastrear e analisar o tráfego do seu site, ou o próprio Google Search Console, para monitorar e resolver problemas da sua presença nas páginas de resultados;
  5. Pesquise palavras-chave: identifique palavras-chave primárias e secundárias, considerando o volume de busca, a competição e a intenção do usuário. Utilize ferramentas como o planejador de palavras-chave do Google (ou Google Keyword Planner) ou SEMRush para sugestões de palavras-chave;
  6. Analise a concorrência: estude os sites concorrentes para entender suas estratégias de SEO e identificar oportunidades. Aqui é interessante observar fatores como a escolha de palavras-chave e os perfis de backlinks;
  7. Organize seu site: estruture as informações de forma lógica, agrupando páginas de tópicos semelhantes e usando URLs descritivos. Isso ajuda tanto os usuários quanto os mecanismos de busca a entender como as páginas se relacionam entre si;
  8. Faça SEO técnico: realize auditorias regulares para garantir que seu site esteja tecnicamente sólido. Verifique aspectos como a velocidade de carregamento, a compatibilidade com dispositivos móveis, a arquitetura das páginas e a segurança;
  9. Crie conteúdo relevante: desenvolva um plano de marketing de conteúdo focado em agregar valor ao seu público, usando as palavras-chave de forma natural;
  10. Invista em backlinks de qualidade: conquiste links a partir de sites relevantes e com autoridade na área, sempre de forma natural — criando conteúdo que outras páginas queiram realmente citar e referenciar;
  11. Aprimore continuamente: atualize regularmente o conteúdo existente para mantê-lo relevante, teste novas estratégias de SEO e ajuste-as para melhorar o desempenho. Manter o site ativo e revisar conteúdos antigos passa ao Google um sinal de “frescor” (freshness), reforçando a confiabilidade do seu E-E-A-T. Lembre-se de que os resultados nessa área levam tempo: algumas mudanças podem demorar semanas ou meses para refletir nos buscadores, então acompanhe a evolução com paciência.

SEO Local: como aparecer nas buscas perto de você

Você já reparou que, ao pesquisar algo como “cafeteria perto de mim” ou “dentista em São Paulo”, o Google mostra um mapa com estabelecimentos da região? Esse é o território do SEO local: a otimização voltada para negócios que atendem um público geográfico específico, seja em um endereço físico (como lojas e restaurantes) ou em uma área de cobertura (como prestadores de serviço que atendem determinada área).

Diferentemente do SEO tradicional, que disputa visibilidade em escala ampla, o SEO local foca em ser encontrado por quem está por perto e pronto para comprar. Segundo o Google, os resultados locais se baseiam em três fatores principais: relevância (o quanto seu perfil corresponde à busca), distância (a proximidade entre você e quem pesquisa) e destaque (o quanto sua empresa é conhecida e bem avaliada).

O Perfil da Empresa no Google é o ponto de partida

A principal ferramenta para o SEO local é o Perfil da Empresa no Google, gratuito e exibido na Pesquisa e no Google Maps. Criar o seu é simples: acesse business.google.com/add, clique em “Inclua sua empresa no Google” e siga as instruções na tela para adicionar os detalhes do negócio e concluir a verificação. Com o perfil ativo, vale seguir algumas práticas recomendadas pelo próprio Google para otimizá-lo:

  • Escolha a categoria certa: defina com precisão o tipo de negócio, para que o Google associe seu perfil às buscas relevantes;
  • Mantenha as informações completas e atualizadas: insira endereço, telefone, tipo de empresa e horário de funcionamento — incluindo horários especiais em feriados;
  • Adicione fotos e vídeos: mostre seu espaço, produtos e serviços para atrair e transmitir confiança aos clientes;
  • Incentive e responda às avaliações: quanto mais avaliações positivas, melhor a classificação local. Responder a elas mostra que você valoriza o feedback;
  • Verifique sua empresa: confirmar que você é o responsável pelo negócio aumenta as chances de aparecer nos resultados.

Mantenha o NAP consistente

NAP é a sigla para Nome, Endereço e Telefone (Name, Address, Phone). Esses dados devem aparecer exatamente iguais em todos os canais — site, redes sociais, perfis e diretórios. Pequenas divergências, como abreviar “Rua” em um lugar e escrever por extenso em outro, podem confundir os buscadores e prejudicar sua classificação.

Por fim, use termos locais no conteúdo do seu site. Expressões como “perto de mim” ou “[seu serviço] em [sua cidade]” ajudam o Google a entender onde você atua e a conectar seu negócio a quem procura na sua região.

Como potencializar seu SEO com automação de marketing

Uma estratégia de SEO bem executada pode aumentar significativamente o tráfego do seu site e atrair mais potenciais clientes para o seu negócio. Mas gerar visitas é apenas parte do processo: também é preciso estar preparado para atender esse público e conduzi-lo até a compra. É aí que a automação de atendimento e vendas faz a diferença. Continue a leitura para descobrir como implementá-la.

Chatbot

Os chatbots são ferramentas ideais para os negócios oferecerem atendimento personalizado ao público 24 horas por dia, 7 dias por semana. Com eles, você otimiza o suporte e as vendas, liberando seus colaboradores para tarefas mais complexas.

Com o nosso criador de chatbot, é possível montar fluxos de conversas automatizados para os principais canais, como WhatsApp, Instagram, Facebook, TikTok e Telegram. E o melhor: sem precisar de conhecimentos técnicos.

Use nosso editor intuitivo para criar seus fluxos do zero ou a partir de modelos pré-prontos personalizáveis. Se quiser agilizar ainda mais seu trabalho, conte com a inteligência artificial integrada para gerar fluxos por meio de simples prompts escritos.

Por fim, também é possível integrar agentes de IA às conversas para oferecer um atendimento mais natural e personalizado aos seus clientes.

Veja como tudo isso funciona na prática na nossa demonstração do serviço a seguir.

Chat ao vivo

O chat ao vivo é uma excelente ferramenta para complementar e otimizar o site da sua empresa. Com ele, você oferece suporte aos visitantes em qualquer momento, respondendo automaticamente às dúvidas frequentes e direcionando o atendimento para agentes humanos sempre que necessário durante o horário comercial.

Com o nosso serviço de chat ao vivo, você cria e adiciona um widget ao seu site de forma prática e rápida. Nosso editor permite personalizar cores, estilos e formatos para que o seu chat se alinhe perfeitamente à identidade visual da sua marca.

Além disso, você pode automatizar o atendimento por meio de fluxos de conversa personalizados e integrar o chat à IA para gerar respostas inteligentes em interações mais abertas e complexas.

Saiba mais sobre esse serviço assistindo ao vídeo abaixo.

E-mail marketing

O e-mail marketing é uma forma poderosa de manter um relacionamento contínuo com clientes e potenciais compradores. Por meio desse canal, você pode enviar newsletters, promoções, lançamentos, conteúdos educativos e outras comunicações relevantes para a sua audiência.

Nosso serviço de e-mail marketing oferece tudo que você precisa para fortalecer a comunicação do seu negócio. Com ele, é possível importar seus contatos existentes para listas de endereçamento e captar novos leads por meio de formulários de inscrição atraentes e profissionais.

Além disso, você conta com uma ampla biblioteca de templates pré-prontos para criar campanhas com rapidez e praticidade. Basta personalizar o modelo escolhido em nosso editor intuitivo ou, se preferir, criar seus e-mails do zero com total liberdade.

Para completar, tenha acesso a recursos avançados para potencializar sua estratégia, como segmentação de público, teste A/B, validador de e-mail, verificador de spam, IA para otimização de textos, relatórios de desempenho e muito mais.

Conheça tudo sobre nosso serviço no vídeo a seguir.

CRM

O CRM é uma plataforma essencial para gerenciar o relacionamento com clientes e leads ao longo de toda a jornada de compra. Por meio dele, é possível organizar seu processo comercial, acompanhar oportunidades de negócio e tornar as interações com os contatos mais eficientes, aumentando as chances de conversão.

Com o nosso sistema de CRM, você pode criar funis de vendas personalizados em um quadro kanban visual. Em seguida, basta adicionar cartões das negociações em andamento e registar todas as informações relevantes, como nome e contato do cliente, valor e item negociado, responsável pelo atendimento e muito mais.

Descubra tudo sobre essa ferramenta na demonstração abaixo.

SEO em 2026: como ser encontrado pela IA Generativa do Google

Você chegou à parte mais atual deste guia. Como mencionamos lá no início, as AI Overviews mudaram a forma como as pessoas encontram informação: hoje, boa parte das buscas já é respondida por resumos gerados por inteligência artificial direto na página de resultados.

Para se ter uma ideia do impacto, um estudo da Seer Interactive apontou que páginas citadas dentro de uma AI Overview recebem cerca de 120% mais cliques do que páginas não citadas. Ou seja, o jogo deixou de ser apenas “ranquear bem” e passou a incluir um novo objetivo: ser citado pela IA.

A boa notícia é que, recentemente, o próprio Google publicou um guia oficial sobre como otimizar para a busca com IA generativa — e a mensagem central dele é tranquilizadora: continua sendo SEO.

Segundo o Google, os resultados da IA generativa da página de buscas são construídos sobre os mesmos sistemas de ranqueamento e qualidade de sempre. Em outras palavras, não existe uma disciplina separada nem “truques de IA”: otimizar para a IA é fazer bom SEO.

Como a IA do Google monta as respostas

Para entender o que fazer, ajuda saber como a IA generativa do Google funciona. E o guia oficial nos mostra as técnicas usadas.

A primeira é a chamada geração aumentada por recuperação: em vez de inventar respostas, a IA recupera páginas relevantes e atualizadas do índice e usa essas fontes para construir o resumo, mostrando links clicáveis para os conteúdos que embasaram a resposta. É por isso que continuar bem posicionado na busca tradicional segue sendo essencial — é dali que a IA tira o que cita.

Outra técnica importante é o desdobramento de consulta: para responder a uma pergunta, a IA dispara buscas relacionadas nos bastidores. Por exemplo, diante de “como cuidar de um jardim”, ela pode pesquisar também por “melhores adubos” e “como regar plantas”. Isso tem uma implicação direta: uma página pode ser citada mesmo que não esteja entre os primeiros resultados para o termo principal — uma boa oportunidade para conteúdos aprofundados.

O que fazer para ser citado pela busca com IA

A boa notícia, segundo o guia oficial do Google, é que não há truques secretos: o que funciona é um bom SEO. O fator que mais influencia sua presença na busca com IA, a longo prazo, é criar conteúdo único e que vá além do óbvio.

O Google contrasta dois tipos: o conteúdo genérico, baseado em conhecimento comum que qualquer um poderia escrever (ou que uma IA produziria facilmente), e o conteúdo valioso, que traz um ponto de vista próprio, experiência em primeira mão e a opinião de quem entende do assunto — indo além do senso comum.

A esse princípio somam-se as boas práticas que você já viu ao longo deste artigo: conteúdo people-first, E-E-A-T, uma estrutura técnica clara (com páginas rastreáveis e indexáveis) e boas imagens e vídeos. No fim, vale a pergunta que o próprio Google sugere: “esse conteúdo deixaria meus visitantes satisfeitos?”. Se a resposta for sim, você está no caminho certo — tanto para a busca tradicional quanto para a IA.

O que você pode ignorar

Aqui está talvez a parte mais útil — e que vai na contramão de muito “conselho de SEO para IA” que circula por aí. O próprio Google afirma que algumas táticas muito divulgadas simplesmente não são necessárias:

  • Criar arquivos ou marcações “especiais” para a IA: circulam pela internet recomendações de criar arquivos técnicos específicos (como o llms.txt) ou marcações especiais para ter conteúdos incluídos em resultados de IA generativa. Mas o Google esclarece que, embora consiga descobrir, rastrear e indexar vários tipos de arquivos, não dá tratamento especial a nenhum deles — ou seja, criá-los não ajuda sua visibilidade na busca;
  • Fragmentar o conteúdo em pedaços minúsculos para a IA “entender melhor”: existe a ideia de que dividir o texto em blocos bem pequenos ajudaria a IA a entender o material. Não ajuda — os sistemas do Google já compreendem páginas com vários tópicos e sabem extrair o trecho relevante;
  • Reescrever o conteúdo só para a IA: não é preciso repetir cada variação de palavra-chave ou escrever de um jeito artificial. A IA entende sinônimos e o sentido geral do que você quis dizer, então escreva de forma natural, para pessoas;
  • Buscar “menções” artificiais pela web: tentar espalhar citações da sua marca em sites e fóruns de forma forçada não traz o resultado esperado, porque os sistemas do Google priorizam conteúdo de qualidade e filtram o que é spam;
  • Focar demais em dados estruturados (schema): os dados estruturados (também chamados de schema) não são exigidos para aparecer na busca com IA. Eles continuam valendo a pena para a busca de forma geral, mas não são um passaporte para a IA.

Cases de SEO de sucesso

Nesta seção, vamos apresentar alguns cases de sucesso para você se inspirar e entender como a otimização de endereços da web para mecanismos de busca acontece na prática. Continue lendo para pegar essas referências valiosas!

Adidas

A Adidas é um exemplo de empresa que inclui palavras-chave de forma natural e orgânica nos textos do seu e-commerce. Por exemplo, é comum que a marca insira o nome completo dos seus produtos não apenas no título do item, mas também nas descrições. Devido à inclusão dos termos, suas páginas têm mais chances de serem bem ranqueadas nos buscadores.

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Exemplo de uso de palavras-chave no site da Adidas

Disney+

O site do Disney+ é um ótimo exemplo de endereço adaptado para dispositivos móveis. Ao acessar pelo celular, o usuário encontra uma experiência de navegação confortável e eficiente, tanto no que se trata da disposição dos textos, imagens, vídeos e botões CTA como no que se refere à velocidade de carregamento.

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Exemplo de compatibilidade com dispositivos móveis do site da Disney+

Itaú

O banco Itaú é um exemplo de empresa que disponibiliza um blog com publicação de conteúdo relevante para o seu nicho de audiência. Dessa forma, a marca atrai tráfego qualificado e conquista um bom ranqueamento nos mecanismos de busca.

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Exemplo de compartilhamento de conteúdo relevante do site do Itaú

Pizzaria Speranza

A pizzaria Speranza, em São Paulo, é um bom exemplo de negócio que possui um Perfil da Empresa no Google bem otimizado — estratégia essencial para o SEO local. Ao pesquisar pelo nome do restaurante, o usuário encontra um perfil completo: endereço, telefone, horário de funcionamento, faixa de preço, fotos do ambiente e dos pratos, além de botões para reservar mesa, pedir online ou traçar rotas.

O perfil ainda reúne mais de 4 mil avaliações, com nota média de 4,5 estrelas. Esse conjunto de informações completas e atualizadas é justamente o que ajuda um negócio a se destacar nas buscas locais e a conquistar a confiança de quem pesquisa.

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Exemplo de Perfil da Empresa otimizado no Google

Aprimore seu SEO e alcance as primeiras posições do Google

Parabéns, você chegou ao final da sua jornada de aprendizado em nosso artigo. Durante a leitura, exploramos o que é o SEO, como essa estratégia surgiu, de que forma os mecanismos de busca funcionam, quais são os principais fatores de ranqueamento atualmente e como montar uma estratégia completa para conquistar melhores posições nos resultados de pesquisa.

Além disso, vimos como potencializar seus resultados com automação de marketing, conhecemos exemplos de estratégias de SEO bem-sucedidas, entendemos a importância do SEO local e analisamos tendências que estão transformando o cenário das buscas, como a ascensão das AI Overviews.

Agora é hora de colocar todo esse conhecimento em prática e começar a otimizar a presença digital da sua marca.

Não esqueça de potencializar sua estratégia com as soluções da SendPulse. Experimente nossos serviços, como o criador de landing page, chatbots automatizados, chat ao vivo, e-mail marketing e CRM.

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Sofia Mattos Goes Braga

"Sofia Braga é redatora de conteúdo especializada em SEO e marketing digital, com foco em estratégias que posicionam marcas como autoridades em seus setores e geram resultados mensuráveis. Possui experiência aprofundada em softwares de automação de marketing e vendas digitais — com domínio de ferramentas como chatbots, e-mail marketing, CRM e criadores de sites — e em inteligência artificial aplicada à automação. Na SendPulse, produz conteúdos práticos que ajudam empresas a escalar sua presença digital e resultados. "

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